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Como investir em obras de arte · lição 2 de 20

Mercado primário e mercado secundário

A obra nova de um artista vivo costuma sair do ateliê por meio de uma galeria. Esse é o mercado primário: a galeria define o preço, escolhe para quem vender e muitas vezes mantém uma lista de espera, dando preferência a colecionadores que não vão revender logo.

Toda venda posterior é mercado secundário: marchands, casas de leilão em pregão público e casas de leilão em negociação privada. No caso dos mestres modernos e do pós-guerra, quase tudo passa por aqui. Picasso morreu em 1973, Warhol em 1987: quem forma os preços são as revendas.

Em 2025 os marchands venderam 34,8 bilhões de dólares, os leilões públicos 20,7 bilhões e as vendas privadas das casas de leilão pouco menos de 4,2 bilhões (Art Basel and UBS Art Market Report 2026). Entre os marchands ouvidos para o mesmo relatório, 52% atuam só no primário, 9% só no secundário e 39% nos dois.

Perguntas

1. O que é o mercado primário?

A primeira venda de uma obra, em geral pela galeria do artista

Primário é a primeira venda; tudo o que vem depois é secundário.

2. Onde são negociadas principalmente as obras dos mestres modernos e do pós-guerra?

No mercado secundário

Os artistas morreram há muito tempo, então os preços nascem das revendas.

3. Quanto venderam os leilões públicos em 2025 segundo o relatório de Art Basel e UBS?

20,7 bilhões de dólares

Os 34,8 bilhões são dos marchands, e os 4,2 bilhões das vendas privadas das casas de leilão.

Próxima lição: Os leilões e o calendário das noites

Continuar da lição 4

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